ShakeUp Power 100

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

sábado, 1 de setembro de 2012

sábado, 14 de julho de 2012

Para quem você perde mais dinheiro


Eu não tinha assunto para este mês e me sugeriram escrever sobre a Rio+20, o que não me animou muito, já que esse é um assunto encerrado em si mesmo.


A fracassada Rio+20 atraiu a atenção de todos os que se interessam pelo assunto:
- os governos ávidos em criar novas formas de oprimir a população com novos impostos e sob o tacão tirânico do "politicamente correto" e do "desenvolvimento sustentável";
- as ONGs de fachada que se esbaldam chafurdando nesses bilhões de dólares que são desviados da saúde pública, da educação, da segurança e do saneamento básico, absolutamente essenciais para a melhoria da vida dos mesmos pobres e famintos do mundo que tal reunião diz querer salvar e proteger, o que é um contrasenso;
- e os intelectuais de boteco que acreditam no plano demoníaco das sacolinhas plásticas para afogar toda a população do planeta entupindo voluntariamente os bueiros das cidades, e que  vomitam o mais novo termo universal "sustentabilidade" mal sabendo do que se trata.
Tentar argumentar com essas pessoas é impossivel porque suas mentes são completamente fechadas para o ‘pensar por si próprio’.
Já por outro lado, falar para quem não está nem aí para a Rio+20, não mudará nada na história, então é melhor deixar prá lá o estrondoso fracasso da Rio+20 e escrever sobre um assunto que afeta a nossa vida diariamente: a centralização de poder em Brasília e os impostos extorsivos.
A imagem abaixo mostra para quem você, cidadão de bem, perde mais dinheiro e o que sobra para você depois de um mês inteiro de trabalho.
O resultado escravizante demonstrado abaixo acontece porque o governo federal centraliza 75% de tudo o que é produzido no país em seus cofres em Brasília, deixando estados e municípios à míngua e dependentes dos favores federais.
Essa concentração das riquezas em Brasília faz de todos nós escravos do governo federal, que se apropria à força, via impostos e taxas, de nada mais, nada menos, que seis meses do seu trabalho anual (isso mesmo! SEIS meses!).
Não seria mais justo se as riquezas geradas por você, com seu trabalho no município ficassem no município, que é onde você mora, trabalha e gera riquezas com sua família? Não seria mais justo se esses recursos gerados por você pudessem ser usados em favor de sua família e de seus filhos no próprio lugar onde você mora, com a construção de escolas, hospitais, calçamento de ruas, melhorias na segurança e no saneamento?
E você percebe que esse dinheiro todo que vai para Brasília acaba se perdendo no meio do caminho em conchavos e corrupção?
Caso esse dinheiro ficasse no município você poderia fiscalizar e definir no que ele seria usado, diminuindo muito a possibilidade de corrupção e roubo, não é?
Mas como isso é possível?
Com a justa e inteligente AUTONOMIA administrativa, tributária, eleitoral e legislativa dos estados e municípios.
Parece impossível?
Pois saiba que o Brasil já foi inteligente assim, tanto que se chamava Estados Unidos do Brasil, com estados autônomos e autosuficientes, num sistema de organização chamado FEDERALISMO
Esse modelo chamado FEDERALISMO é usado por todos os países desenvolvidos e justos do mundo, em maior ou menor grau, e é perfeitamente possível reimplantá-lo no Brasil.
Vou falar mais sobre isso, mas por enquanto conheça o Federalismo no site do Movimento Federalista (www.movimentofederalista.org.br) e do Instituto Federalista (www.if.org.br).
Se gostar e quiser ter o controle sobre como o governo gasta o seu dinheiro, se quiser  ter menos impostos, e se quiser ter respeitados seus direitos individuais entre em contato comigo, deixando comentários em meu blog GermanoCWB  (http://www.germanocwb.blogspot.com.br/2012/04/o-federalismo-no-brasil.html).


















































Publicado em edição de jornal em julho 2012



quarta-feira, 6 de junho de 2012

Para quem você perde mais dinheiro

Temos que diminuir o tamanho e o peso do Estado.
Como está ninguém aguenta mais.
Autonomia é o caminho.
Conheça o Federalismo.









quarta-feira, 30 de maio de 2012

O ambientalismo, o comunismo e o genocídio


Só a verdade liberta!
Hoje, nem os mais tapados vomitadores das bobagens redeglobistas acreditam na balela do aquecimento global e estão se dando conta que caíram no maior engodo já armado pela mídia, pelos governos desviadores de dinheiro público e pelos comunoambientalistas ávidos por verbas federais.
Acho que até boa parte dos meus 'amigos' que me criticaram lá em 2007, me xingando e me tachando de 'cético', agora, quando se olham no espelho, pensam em quanto foram otários.


Defenderam tanto o 'aquecimento' e a necessidade de mudanças de hábitos, mas jamais deixaram seus carros em casa, jamais desligaram o ar condicionado e jamais deixaram de comprar suas comidas industrializadas, gerando muito lixo. O mesmo lixo que criticam quando é o vizinho que produz.
E agora, que está provado e comprovado que a terra está esfriando desde 1998, o que vocês vão fazer?
Calar a boca e olhar suas caras estúpidas no espelho?


Fica cada vez mais claro que o principal objetivo dos ambientalistas não é cuidar do planeta e da civilização, muito pelo contrário.
Acompanhando as declarações dos defensores da mentira do aquecimento global ficam muito evidentes os seus objetivos:


O primeiro, que está na ponta da língua de todos os ecochatos ambientalistas: acabar com o capitalismo.
E outros, tão imbecis e perigosos quanto, como:
- Acabar com as 'elites';
- implantar um socialismo mundial, em que todas as pessoas trabalhem e produzam em comunas;
- implantar um governo mundial (ou planetário, ou nova ordem mundial);
- controle da população mundial via controle da natalidade, abortos e genocídio de grande parte da população existente;
- manter a população escravizada pelo medo, usando mentiras sobre catástrofes de forma planejada;
- controle total da vida, das mentes e dos costumes da população.
E muito mais.


Não sou eu quem digo!
São os 'ambientalistas', que do conforto de suas poltronas de couro animal nos escritórios bem iluminados pela maléfica energia elétrica, com temperatura agradável graças ao ar-condicionado, planejam a próxima viagem em automóveis de luxo com motorista, queimando combustível fóssil e primeira classe de aviões queimando a camada de ozônio e pagos com dinheiro público desviado do saneamento básico para os carentes, para mais algum encontro de comunistas verdes em torno de fartas mesas de jantar em hotéis de luxo.


Vejam abaixo o que dizem esses celerados:


- John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama:
“Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’ Livro: “Ecoscience: Population, Resources, Environment”.


- Clube de Roma, profetizou que o petróleo acabaria em 1980:
Procurando um novo inimigo que nos unisse nós chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a falta de água, a fome e coisas do gênero fariam o serviço... Todos esses perigos são provocados pela intervenção humana... então, o inimigo real é a humanidade ela própria... um adversário comum para realizar o governo mundial. Não importa se este inimigo comum é real ou … se a gente o inventa para servir no caso.


- Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria da Presidência: bloquear ao povo padrões de consumo da elite.
“O mundo se acabaria rapidamente se fosse universalizado o padrão de consumo das elites”.


- John Holdren, assessor de Obama para Ciência: usar outro “termo talismã” para a mesma coisa:
O termo “aquecimento global” é facilmente ridicularizável. “Cada vez que saímos com nossos carros (perguntam-nos) cadê do aquecimento global? Mas, se falarmos de “perturbação climática global” (global climate disruption) é um termo genérico que pode se aplicar a todas as condições climáticas”.


- Charles Manson, em 1987
Talvez eu deveria ter matado quatro ou cinco centenas de pessoas, então eu teria me sentido melhor, eu teria me sentido como se eu tivesse realmente oferecer algo a sociedade .... a verdade é que o planeta Terra está morrendo”.


- Frente de Libertação da Terra, SP, junho 2010:
“Da mesma maneira que esses carros queimaram, outros carros, casas, caminhões e estabelecimentos que/de quem danificam e exploram a terra e os animais, também queimarão.” (após atentado que queimou loja de Land Rover)


- Evo Morales, presidente da Bolívia:
Se as nações ricas desistirem de Kyoto “seremos responsáveis por um ecocídio e um genocídio. Ou morre o capitalismo ou morre a mãe-Terra”. (COP16, Cancún, dez 2010)


- Hugo Chávez, presidente da Venezuela:
Os países capitalistas são “os maiores assassinos do clima”. (COP16, Cancún, dez 2010)


- Google CEO Eric Schmidt: questionar o alarmismo climático é criminal:
“Tem gente que no meu ponto de vista duvida criminalmente da ciência.” 


- Bin Laden, chefe terrorista e ambientalista islâmico:
“O número de vítimas causadas pelas mudanças climáticas é muito grande [...] maior do que as vítimas de guerra... 


- Geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves a “Jornal Sem Terra” (do MST):
“A Reforma Agrária é fundamental para a questão ecológica, ... Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo. Então buscar uma sociedade para além do capitalismo é fundamental.”


- Guy R. McPherson, prof. de Biologia Evolutiva na Universidade de Arizona:
“A mudança climática global ameaça extinguir nossas espécies lá pela metade do século se nós não liquidarmos já com a economia industrial”.


- John Holdren, assessor de Obama para Ciência:
“As informações sobre mudanças climáticas podem (e devem) ser utilizadas para incentivar manifestações públicas para mudar as barreiras estruturais e comportamentais da sociedade”.


- Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ? IPCC:
“O estilo de vida ocidental é insustentável. Eu não entendo por que não pode haver um medidor em cada quarto de hotel para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois V. pagar. Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas. O uso de carros deve ser reprimido. Acho que podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares. Os restaurantes oferecerem água gelada aos clientes é um esbanjamento enorme. Acho que (...)os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.” “The Observer”, 29.11.2009.


- Dr. David Viner, Universidade de East Anglia, CRU, março 2000:
“em poucos anos a nevasca será “um evento muito raro e emocionante” e as “crianças apenas saberão o que é que é a neve”. (“The Mail”, 10/01/2010).


- “Via Campesina Internacional”:
“As atuais formas globais de produção, consumo e mercado causaram uma destruição massiva do meio ambiente, incluindo o aquecimento global, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Exigimos urgentemente:
“1) O desmantelamento completo das companhias de agrocombustíveis. 2) A substituição da agricultura industrializada pela agricultura sustentável apoiada por verdadeiros programas de reforma agrária.”


- Ross Gelbsan, ativista ambiental:
“Não somente os jornalistas não estão obrigados a informar o que dizem os cientistas céticos sobre o aquecimento global. Eles estão obrigados a não noticiar o que esses cientistas dizem.”


- Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff:
“A roda do aquecimento global não pode mais ser parada, (...) a Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40% de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana.


- Evo Morales, presidente da Bolívia:
“Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos outra alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista”. (entrevista coletiva na COP-15, Copenhague).


- Paul Ehrlich, no livro “The Population Bomb”, Ballantine Books 1968:
“Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivo se os métodos voluntários fracassam”.


- David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!':
“Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”. citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990, p. 18


- Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês:
“A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente... [Para nos preservarmos das pandemias] “é preciso montar uma polícia mundial, criar reservas mundiais de alimentos e aplicar um sistema de impostos mundial. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas”. Blog “Conversation avec Jacques Attali”.


- Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute:
“A ideologia do livre mercado é um anacronismo na era da mudança climática”.


- Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro “Respect for Nature”:
“Se se der o total, absoluto e definitivo desaparecimento do Homo Sapiens, não somente a comunidade da vida na Terra continuará a existir… mas o fim da época humana sobre a Terra será comemorada com um caloroso 'Feliz libertação'!” (Princeton Univ Press, 1989) pg. 115


- Maurice Strong, secretário geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92:
“Não é que a única esperança para o planeta consiste no colapso das civilizações industriais? Não é nossa responsabilidade torná-lo realidade?”


- Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá:
Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais... a mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo.


- Emma Brindal, coordinadora da ‘Campanha pela Justiça Climática’ de Friends of the Earth:
“A resposta à mudança climática deve trazer no seu cerne a redistribuição dos recursos e da riqueza.”


- Thomas E. Lovejoy, conselheiro do Banco Mundial:
“O planeta esta no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida”.


- John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz:
“Se nós não anunciarmos desastres, ninguém nos ouvirá”.


- Robert F. Kennedy, Jr.:
“Os criadores de porcos em grande escala são uma ameaça maior para os EUA e para a democracia americana que Osama bin Laden e sua rede terrorista”.


- Paul Ralph Ehrlich, professor da Universidade Stanford:
“Fornecer energia abundante e barata à sociedade equivaleria a dar uma metralhadora a uma criança idiota.”


- Carlos Walter Porto-Gonçalves:
"Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo.”


- Ted Turner, bilionário fundador da CNN:
“O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”


- Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford:
“Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter”.


- David Foreman, co-fundador de Earth First!:
Nós devemos transformar isto num lugar inseguro e inóspito para os capitalistas e seus projetos. Devemos contestar as estradas e a extensão das terras cultivadas, parar a construção de barragens, denunciar os danos das barragens existentes, libertar os rios represados e devolver à vida selvagem milhões de acres de terra atualmente explorados.”


- Monika Kopacz, pesquisadora e ativista:
“Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores. Então, sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política e, mais ainda, mais verbas federais”.


- Louis Proyect da Universidade Columbia:
“A resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada (…)


- Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton:
Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde estão”.


E agora, otários?
GermanoCWB


Texto próprio com dados obtidos no blog Verde: a cor nova do comunismo.









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